Andressa Bedin – Quatro anos de pré-vestibular.

 A aluna de medicina na PUC-PR, Andressa Bedin, nos conta como seus métodos de estudos mudaram nos quatro anos em que cursou pré-vestibular e como foi seu amadurecimento nesse período.

 “Fiz quatro anos de cursinhos até passar na tão sonhada Medicina. Meus métodos de estudos mudaram ao longo desses anos. No inicio eu não sabia muito bem o que estudar e como estudar, pois havia feito ensino fundamental e ensino médio em uma escola que não cobrava muito dos alunos e, também, durante o ensino médio não sabia o que queria “fazer da vida”, decidi que queria medicina no dia de fazer a inscrição do vestibular ( sim, você pode escolher a sua profissão em um dia e ama-la durante a vida inteira, não precisa querer medicina desde a infância).

 No segundo ano de cursinho eu aprendi a estudar, usava o método “aula dada, aula estudada”, foi o ano que eu mais absorvi conteúdo. Quando recebi os resultados negativos foi a maior tristeza, pois havia estudado muito aquele ano. Mas, era “normal” não passar. A partir dai comecei a fazer umas matérias “isoladas” e estudar o que eu mais tinha duvida, não deixando o que já sabia de lado e foi assim até receber a noticia que eu havia passado na PUC PR. Uma coisa essencial e que acredito que me fez ser aprovada na PUC, foi realizar as provas antigas dessa universidade, pois o parâmetro de questões era parecido.

 Acredito que com o tempo de cursinho nós (vestibulandos) amadurecemos a maneira de estudar e nos conhecemos melhor, aprendemos que não devemos deixar a vida de lado, precisamos ter tempo para relaxar e fazer o que realmente gostamos. A vontade de desistir vinha praticamente todos os dias, mas sabia que a medicina era para mim. Hoje, no segundo período vejo que aquilo que eu achava perfeito e “dos sonhos” não é daquela forma. É, por outro lado, mais difícil de conquistar, porém mais maravilhosamente lindo.”

Willian Junkes – Um depoimento de quem continua tentando.

Willian Junkes da Conceição de 19 anos, conta sua rotina e como usou o aplicativo do Studos para estudar.
“Minha rotina de estudos não foge muito do comum. Procuro me aprofundar em todos os assuntos cobrados pelos vestibulares justamente pra evitar situações chatas do tipo: “Não sabia do que se tratava aquela pergunta” e resolvo o máximo de exercícios sempre me preocupando em diversificar o estilo das questões. Além de frequentar oficinas de escrita, treino redação nos fins de semana e busco resolver semanalmente uma prova simulando ou vestibular. Além do cursinho normal também gosto de fazer cursos isolados paralelamente a fim de aprimorar mais ainda o meu conhecimento, afinal, um décimo perdido para um vestibulando pode significar mais um ano de estudos. O Studos é uma ferramenta magnífica para testar meus conhecimentos pois nele eu resolvo uma prova e no fim tenho uma relação da pontuação por assunto em cada matéria e do tempo que levei para responder cada questão. Assim fica mais fácil de verificar onde estão minhas falhas. Meu objetivo hoje é conquistar uma vaga no curso de Medicina de alguma Universidade pública do Sul, dentre elas a UFPR, UFRGS, UNIOESTE e, principalmente UFSC.” Diz Willian que já passou para os vestibulares de Engenharia Civil em sexto lugar geral no IFSC, Engenharia Elétrica em segundo lugar geral, também para o IFSC , Engenharia Mecânica para a UFPR, Fisioterapia na UDESC e Medicina nas faculdades UFRR, ACAFE  e FEPAR.
 
 

Bruna – aprovada em Eng. de Petróleo, Mecatrônica e Medicina.

Bruna conta para o pessoal do Studos como passou para os vestibulares de:

Engenharia do Petróleo (UDESC),  Engenharia Mecatrônica em 6° lugar geral (IFSC), Medicina Unisul PB (Acafe),Medicina (PUC-RS) e Medicina (UFSC).

 “Acredito que o primeiro passo foi acreditar que eu conseguiria. E depois da minha última desaprovação eu acreditei realmente que aquele seria o ano da minha aprovação, e dessa forma, fiz tudo que pude para alcançar meu objetivo. Logo após eu não ter passado por menos de dois pontos, eu enxuguei as lágrimas e planejei como seria o meu ano, o que eu faria diferente e, como eu faria.

 Escolhi os cursiImagenhos que eu julgava serem os melhoes. Matriculei-me no extensivo matutino do COC Floripa, e fiz muitas disciplinas isoladas, divididas entre o primeiro e o segundo semestre. No primeiro semestre dei ênfase nas extas, e no segundo nas humanas. Fiz o curso de biologia no BioStudos, curso de física no G3, curso de química no Q2, curso de matemática no CEM, curso de gramática no Exato, curso de redação na Oficina da Palavra e curso de história no Ágora. Esses cursos extras foram essenciais para minha preparação – o número de alunos reduzido e a melhor atenção que o professor conseguia oferecer ajudou muito, principalmente as conversas antes do início de cada aula – todo esse incentivo blindaram e fortaleceram meu psicológico. E então, eu me mudei para o mais próximo possível do cursinho, podendo apenas atravessar a rua e estar lá.

 Passava a semana em uma república, que tinha todos os problemas que uma república com quatro meninas e um único quarto pode ter, mas nos finais de semana retornava para casa de meus pais onde conseguia recarregar as energias. Durante a semana eu costumava acordar 7h e voltar para casa apenas 23h30min. Minha rotina de estudos era praticamente todo esse intervalo de tempo, claro que com pausa para almoço, lanche e academia. Eu costumava ficar nas dependências do cursinho até 22h quando então parava de exercitar a mente e exercitava o corpo, algo que antes eu não adotava mas que se mostrou muito determinante na minha disposição e saúde. E apesar de todas as inúmeras aulas que eu tinha todos os dias, eu achava essencial conseguir um tempo para meu estudo sozinha, mas nunca em casa, considero o ambiente do cursinho muito mais propício para o estudo e a concentração.

 Já nos finais de semana praticamente não estudava, preferia ter uma rotina intensa durante a semana e vir para casa de meus pais somente para descansar. Claro que quando tinha simulados eu realizava, fiz todos simulados que os cursinhos que eu fazia ofereceram, sem exceção – acho muito importante esse treino. Desse modo, ao fim do ano eu me senti preparada, mas sempre com a humildade de saber que a prova poderia ser difícil, que eu poderia me deparar com algo que eu não soubesse, mas manter a calma foi decisivo. E assim, depois de toda a maratona de estudos, eu alcancei o objetivo que tracei no início de 2014.

 Uma frase inspiradora a qual eu gosto muito é a seguinte: “O fracasso quebra as almas pequenas e engrandece as grandes, assim como o vento apaga a vela e atiça o fogo da floresta” Benjamim Flanklin, portanto, umas das coisas mais necessárias é sempre lembrar o motivo pelo qual você luta por algo, para ao acordar ter forças suficientes para alcançar o sonho almejado.”