Aprovado em 4 Universidades Federais de Medicina, conheça a história de superação do Ricardo

Estudante do Ensino Público e jovem da periferia, o Ricardo tinha tudo para desistir de seu sonho: cursar medicina em uma das Universidades Federais de Medicina do Brasil.

Apesar de toda dificuldade que enfrentou na sua vida, desistir nunca foi uma hipótese. Depois de estudar muito, com o apoio da Studos, Ricardo foi aprovado em 4 Universidades Federais de Medicina. Com isso, ele está realizando o seu sonho de se tornar um médico.

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O que os aprovados em medicina têm em comum?

Você já se perguntou como os alunos aprovados em medicina conseguiram passar no vestibular? Todos eles possuem características comuns: horas de estudos, revisões periódicas e principalmente, resolveram muitos exercícios.

Pense na felicidade desses alunos, quando viram que após tanto esforço tiveram o tão merecido resultado! Pois é, uma das grandes alegrias é ver o seu nome na lista de aprovados do vestibular e sentir aquele “frio na barriga” após perceber que o seu sonho foi alcançado!

Para você se tornar um dos nomes naquela lista do vestibular de medicina, vou te apresentar três alunos aprovados em medicina e você vai ver o que todos têm em comum. Com isso, poderá se basear na trilha de estudos deles e se dar bem no vestibular!

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5 dicas para você passar em medicina

O Sonho de muitos estudantes é passar em medicina em uma Universidade Pública. Porém, o caminho para alcançar esse objetivo não é dos mais fáceis. E, claro, sabemos que para atingi-lo é necessário muita disciplina, foco e motivação.
O Matheus durante sua trajetória estudantil sempre quis cursar medicina. E, depois de muito empenho e dedicação, ele passou em 1º lugar geral para a UFSC em 2018 e realizou o sonho de cursar medicina. Agora ele traz 5 dicas essenciais para você passar em medicina também! Veja o que ele tem a dizer:
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Mackerley Bleixuvehl – 3 anos de persistência e luta até o sucesso.

Aluna Mackerley Bleixuvehl conta sua rotina de estudos e como se sentiu durante esses três anos de pré-vestibular.
“Cada coisa ao seu tempo tem seu tempo. Não florescem no inverno os arvoredos, nem pela primavera têm branco frio os campos…”.  Fernando Pessoa foi sábio ao falar da espera, mas difícil é compreender suas palavras quando tudo o que lhe resta é: a espera! Somada à ansiedade e à falta de paciência – eternas companheiras –posso dizer que a espera, por três anos, para ver meu nome na lista não foi tão simples, mas se preciso fosse, faria tudo outra vez.
Durante esses três anos mudei algumas vezes de “tática”.  No primeiro ano, após ter feito um “terceirão” sem muitas expectativas quanto ao vestibular, acreditava que o melhor que eu tinha a fazer era ir embora para uma cidade maior, para um cursinho renomado. Então, sem pensar duas vezes, peguei minhas coisas e me mudei para Curitiba. Um pouco devido às novidades e outro pouco devido a minha imaturidade, essa não foi uma boa escolha. Acabei voltando para casa e para o cursinho antigo após seis meses. Estudava da maneira errada, tentando recuperar o “tempo perdido”, sem deixar espaço para qualquer outra atividade. O resultado foi longe do esperado. Optei por continuar tentando.
No segundo ano resolvi testar algo diferente. Larguei o cursinho convencional e me dediquei a matérias isoladas. Fiz cursinho de matemática, biologia, química, física, redação, história… e tudo o mais que aparecesse! Após quebrar a cabeça tentando encaixar todos os horários, fiz da Biblioteca Pública a minha nova casa. Quando não estava correndo de um lado para outro, estava procurando um cantinho para sentar e estudar, enquanto a próxima aula não começava.  Com uma grande parcela de disciplina, o resultado daquele ano foi surpreendente: aprovada em Engenharia de Petróleo na Udesc, Medicina na Acafe  e ficando a quatro pontos para Medicina na UFSC! Mais uma vez, abaixei a cabeça e comecei a estudar.
“Em time que está ganhando não se mexe”. Para o terceiro ano, resolvi continuar com as matérias isoladas, mas adicionei tempo para praticar algum exercício, sair com amigos (tudo moderado, é claro!). Por acreditar que estava perdendo a disciplina, resolvi voltar para o cursinho convencional no segundo semestre. Levantar cedo e passar o dia estudando já não era mais tão fácil. Era o cansaço batendo. Acreditava no meu potencial, mas o medo de “quebrar a cara” – outra vez – tornava-se maior. Mas, como dizem, um bom médico começa a se formar antes mesmo de se matricular na universidade, por meio da dedicação e da humildade para buscar todos os sonhos. O jeito era seguir.
Foi então que, pela primeira vez na vida, saí da prova com a sensação de dever cumprido! E como naquele ano já havia passado outras duas vezes para Medicina na Acafe e para a segunda fase da UFPR, a esperança era cada vez maior. Mas, mais uma vez, o resultado não veio do jeito que eu queria (ao menos não no tempo em que eu queria). Fiquei em 113º lugar para medicina na UFSC e não fui aprovada na segunda fase da UFPR.
Constantemente precisamos fazer escolhas, em algumas nos damos bem, outras servem para nos fazer evoluir. Naquela hora em que a única vontade era desistir, meu sonho me fez abaixar a cabeça e voltar a estudar. Foi então que, no dia 10 de Abril de 2013, após meses de agonia, o meu nome apareceu na 7ª chamada do vestibular da UFSC. “Cada coisa a seu tempo tem seu tempo…”!
 

Bruna – aprovada em Eng. de Petróleo, Mecatrônica e Medicina.

Bruna conta para o pessoal do Studos como passou para os vestibulares de:

Engenharia do Petróleo (UDESC),  Engenharia Mecatrônica em 6° lugar geral (IFSC), Medicina Unisul PB (Acafe),Medicina (PUC-RS) e Medicina (UFSC).

 “Acredito que o primeiro passo foi acreditar que eu conseguiria. E depois da minha última desaprovação eu acreditei realmente que aquele seria o ano da minha aprovação, e dessa forma, fiz tudo que pude para alcançar meu objetivo. Logo após eu não ter passado por menos de dois pontos, eu enxuguei as lágrimas e planejei como seria o meu ano, o que eu faria diferente e, como eu faria.

 Escolhi os cursiImagenhos que eu julgava serem os melhoes. Matriculei-me no extensivo matutino do COC Floripa, e fiz muitas disciplinas isoladas, divididas entre o primeiro e o segundo semestre. No primeiro semestre dei ênfase nas extas, e no segundo nas humanas. Fiz o curso de biologia no BioStudos, curso de física no G3, curso de química no Q2, curso de matemática no CEM, curso de gramática no Exato, curso de redação na Oficina da Palavra e curso de história no Ágora. Esses cursos extras foram essenciais para minha preparação – o número de alunos reduzido e a melhor atenção que o professor conseguia oferecer ajudou muito, principalmente as conversas antes do início de cada aula – todo esse incentivo blindaram e fortaleceram meu psicológico. E então, eu me mudei para o mais próximo possível do cursinho, podendo apenas atravessar a rua e estar lá.

 Passava a semana em uma república, que tinha todos os problemas que uma república com quatro meninas e um único quarto pode ter, mas nos finais de semana retornava para casa de meus pais onde conseguia recarregar as energias. Durante a semana eu costumava acordar 7h e voltar para casa apenas 23h30min. Minha rotina de estudos era praticamente todo esse intervalo de tempo, claro que com pausa para almoço, lanche e academia. Eu costumava ficar nas dependências do cursinho até 22h quando então parava de exercitar a mente e exercitava o corpo, algo que antes eu não adotava mas que se mostrou muito determinante na minha disposição e saúde. E apesar de todas as inúmeras aulas que eu tinha todos os dias, eu achava essencial conseguir um tempo para meu estudo sozinha, mas nunca em casa, considero o ambiente do cursinho muito mais propício para o estudo e a concentração.

 Já nos finais de semana praticamente não estudava, preferia ter uma rotina intensa durante a semana e vir para casa de meus pais somente para descansar. Claro que quando tinha simulados eu realizava, fiz todos simulados que os cursinhos que eu fazia ofereceram, sem exceção – acho muito importante esse treino. Desse modo, ao fim do ano eu me senti preparada, mas sempre com a humildade de saber que a prova poderia ser difícil, que eu poderia me deparar com algo que eu não soubesse, mas manter a calma foi decisivo. E assim, depois de toda a maratona de estudos, eu alcancei o objetivo que tracei no início de 2014.

 Uma frase inspiradora a qual eu gosto muito é a seguinte: “O fracasso quebra as almas pequenas e engrandece as grandes, assim como o vento apaga a vela e atiça o fogo da floresta” Benjamim Flanklin, portanto, umas das coisas mais necessárias é sempre lembrar o motivo pelo qual você luta por algo, para ao acordar ter forças suficientes para alcançar o sonho almejado.”