Avaliação diagnóstica: utilize como ferramenta estratégica - Studos

Avaliação diagnóstica: utilize como ferramenta estratégica

As avaliações sempre fizeram parte da rotina de instituições de ensino. Por isso, ao longo dos anos, foram sendo aprimoradas e hoje existem diversos tipos e finalidades para elas, como avaliação diagnóstica, formativa ou somativa. 

Porém, essa evolução não pode parar, e é papel da gestão das escolas criar um projeto político pedagógico que torne mais eficiente a análise da aprendizagem dos alunos e buscar soluções inovadoras para avaliar habilidades e competências em suas totalidades. 

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Não é nenhuma novidade que as instituições de ensino estão sofrendo grandes transformações e que os processos lineares já não funcionam mais. Agora, é preciso entender como usar cada tipo de avaliação para tornar mais dinâmica a construção do conhecimento e envolver alunos, professores e coordenadores em um único objetivo: a aprendizagem. 

Nesse artigo, você vai entender o que é uma avaliação diagnóstica e compreender a importância de utilizar os dados gerados por elas como ferramenta estratégica. Para, assim, transformar a experiência de aprendizagem. 

O que é uma avaliação diagnóstica?

Normalmente, a avaliação diagnóstica é realizada no início e fim dos períodos letivos. Ela busca a resposta para as perguntas: quais foram os principais gaps de conhecimento e em que momento os alunos enfrentaram dificuldades para construí-los. Para que, em planejamentos futuros, essas questões sejam consideradas e o processo seja aprimorado. 

Porém, hoje, escolas inovadoras não esperam mais as grandes reuniões com professores para tirar conclusões importantes. Elas utilizam as tecnologias educacionais para facilitar o diagnóstico coletivo e individual e conhecer melhor as facilidades e dificuldades do aluno durante o ano, para garantir a sua evolução ao longo desse período. 

Esse é um modelo diferente do tradicional, que ainda utiliza apenas avaliações somativas ao final de um semestre ou ano para analisar o resultado final da aprendizagem e verificar se o conhecimento foi adquirido, de acordo com as notas dos alunos. 

Mesmo que muito criticado, esse modelo ainda é extremamente necessário no processo avaliativo. Porém, a nota desse exame não deve ser a única base para a observação do desempenho escolar. 

Ou seja, é preciso integrar os diversos tipos de atividades e tornar os processos mais dinâmicos e ágeis, para que os resultados possam ser analisados de forma estratégica e realmente sejam um diagnóstico que auxilie no crescimento do estudante. 

Mas, como a coordenação pode utilizar esses dados para atuar de forma estratégica? 

Tudo depende de quais dados a sua instituição de ensino coleta durante o processo de aprendizagem dos alunos. Você sabe apenas as notas dos exames finais ou também realiza simulados periódicos, acompanha os resultados das atividades em sala e disponibiliza gráficos de evolução da aprendizagem individual?

Se o seu time de apoio pedagógico ainda está no primeiro cenário, pode achar quase impossível captar os outros tipos de informações para utilizá-las de forma estratégica sem demorar meses analisando planilhas

É aí que entram as tecnologias educacionais que comentei anteriormente. Com elas, é possível recolher essas e muitas outras informações importantes. Assim, coordenadores e professores podem identificar, em minutos, aqueles alunos que precisam de mais atenção ou quem poderá se envolver com temas de maior profundidade. 

Já os gestores, podem acompanhar o engajamento de alunos e professores semanalmente e avaliar todas as atividades realizadas no período. Dessa forma, têm mais agilidade na criação de estratégias que buscam melhorar os índices escolares.

Esses são apenas alguns dados gerados por plataformas de diagnóstico pedagógico. Quer saber mais sobre essa possibilidade? Criamos um ebook completo que explica como avaliar o desempenho dos seus alunos com a Studos. Para acessar o material gratuito, basta preencher o formulário abaixo. 


Conclusão 

A avaliação diagnóstica é uma ferramenta fundamental para que as instituições de ensino avaliem o processo de aprendizagem. Por isso, é preciso ser ágil, inovar e buscar soluções que auxiliam gestores, coordenadores e professores a criar a melhor experiência para os alunos. 

Você não precisa fazer isso sozinho, existem tecnologias educacionais especializadas em diagnóstico de aprendizagem que coletam e organizam dados para que seja mais simples atuar estrategicamente no planejamento de aulas, acompanhamento de alunos e gestão de professores. 

Studos: plataforma para avaliação diagnóstica nas instituições de ensino

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