O Prof. de redação, Everaldo Radlinski, explica como tirar nota máxima nos textos dos vestibulares.

O professor de redação, Everaldo Radlinski, da aulas em cursos pré-vestibulares desde 1999 e agora vai estar escrevendo para o blog do Studos com o intuito de ajudar os alunos a alcançar a nota máxima nas redações dos vestibulares de Santa Catarina, ENEM e outros estados. No post de hoje ele relata o processo de criação e o que se trata o Método Radlinski.

MÉTODO RADLINSKI – A MELHOR REDAÇÃO DA SUA VIDA! 

 O método Radlinski de redação consiste num estilo próprio de escrita. Essa técnica nasceu há dezesseis anos, quando da procura, pelos alunos, de um jeito que os deixasse seguros no momento da produção de texto.
Longe de estar pronto, o Método se aprimora a cada volta de um aluno diante do enfrentamento dos “vestibas”. Os vestibulares mudam, semestral ou anualmente, tendo em vista as cobranças das Universidades em que as provas passam a ser mais rigorosas quanto aos critérios de correção e avaliação. Devido a esse frenesi das Bancas na busca pela avaliação “perfeita”, o método Radlinski surge como um norte para o candidato que deseja preparar-se bem para a prova de redação.
O estilo Radlinski de produção textual envolve toda uma técnica trazida da formação do professor em sua formação no Curso de Letras e Literatura Brasileira e Portuguesa e também de seu bacharelado em Direito, bem como de seu estudo na pós-graduação (especialista em ensino de língua portuguesa); contudo, a consolidação do sucesso do método veio do dia a dia da sala de aula, do vaivém dos alunos em suas provas com suas notas, e com suas angústias, e com seus sucessos, e com seus retornos “professooooor passeeeeeei!!!!!”,  e da vontade de construir um jeito diferente de produção de texto, isto é, de uma maneira de “construir a redação sem medo”.
Para cada instante de construção do texto, há uma técnica, há um modo, há um como fazer!
Sem “subjetividades” ou “achismos”, cheios de falsos elogios, retóricas vazias e/ou noções generalizantes, o Método proporciona o SABER FAZER da escrita, o SABER ESCREVER para o vestibular e para toda a vida!

Ponto de vista do Prof. Wilson – Um olhar sobre o vestibulando.

Como professor de pré-vestibular e ensino médio, sempre acompanhei a angústia de muitos alunos que querem passar para cursos tão concorridos como medicina e as engenharias. É interessante como muitos procuram usar de estratégias únicas, como:

  •  Fazer cursinho isolado no primeiro semestre, e depois um curso semi-extensivo no segundo semestre;
  • Fazer extensivo e ao mesmo tempo algumas isoladas, geralmente na área de exatas;
  • E, ainda, há aqueles que já fizeram 2 ou 3 anos de cursinho e passam a estudar sozinhos, coordenando o seu próprio tempo e o seu roteiro de estudos.

Eu como professor, muitas vezes aconselhava uma turma inteira a fazer isso ou aquilo, mas vejo que cada aluno possui ou adquire a sua própria estratégia pedagógica ao longo do tempo. Mas uma coisa me chama atenção: eu observo que o aluno adquire uma maior aprendizagem quando ele passa a resolver os exercícios de uma forma rápida, tranquila e super familiarizada com os temas das diversas disciplinas. Sempre comparo e enfatizo em meus conselhos em sala, que o vestibulando é igual a um bom atleta que se torna cada vez melhor à medida que treina cada vez mais, se alimenta cada vez melhor, não perde o foco e tem boas noites de sono.
O Studos pode ajudar você nesse ponto, proporcionando-lhe as provas dos principais vestibulares do Brasil de forma simples e objetiva e, ainda, você pode contar ao final de cada prova com uma estatística super detalhada que irá conduzi-lo a um banco de questões separado por assunto.

O aplicativo Studos na opinião do professor Marcelo Borret, coordenador do pré-vestibular COC-Floripa.

Eu sou professor e coordenador do COC FLORIPA e a plataforma STUDOS tem sido de grande valia para nossos alunos. A qualquer hora e de qualquer lugar o aluno pode fazer testes, simulados, questões preparadas pelos nossos professores e monitores e mesmo provas de diversos vestibulares do Brasil. Se juntarmos o acervo de provas e questões, com a agilidade de resoluções mais a divulgação dos resultados (tudo feito de forma imediata) temos, sem dúvida, a melhor ferramenta online para complementar os estudos de um pre-vestibulando. E para as escolas as vantagens são maiores ainda. A coordenação pode acompanhar passo a passo a evolução dos alunos e os professores podem montar listas de exercícios para reforçarem os conteúdos trabalhados em sala de aula, de todas as matérias, incluindo sociologia e filosofia.

Andressa Bedin – Quatro anos de pré-vestibular.

 A aluna de medicina na PUC-PR, Andressa Bedin, nos conta como seus métodos de estudos mudaram nos quatro anos em que cursou pré-vestibular e como foi seu amadurecimento nesse período.

 “Fiz quatro anos de cursinhos até passar na tão sonhada Medicina. Meus métodos de estudos mudaram ao longo desses anos. No inicio eu não sabia muito bem o que estudar e como estudar, pois havia feito ensino fundamental e ensino médio em uma escola que não cobrava muito dos alunos e, também, durante o ensino médio não sabia o que queria “fazer da vida”, decidi que queria medicina no dia de fazer a inscrição do vestibular ( sim, você pode escolher a sua profissão em um dia e ama-la durante a vida inteira, não precisa querer medicina desde a infância).

 No segundo ano de cursinho eu aprendi a estudar, usava o método “aula dada, aula estudada”, foi o ano que eu mais absorvi conteúdo. Quando recebi os resultados negativos foi a maior tristeza, pois havia estudado muito aquele ano. Mas, era “normal” não passar. A partir dai comecei a fazer umas matérias “isoladas” e estudar o que eu mais tinha duvida, não deixando o que já sabia de lado e foi assim até receber a noticia que eu havia passado na PUC PR. Uma coisa essencial e que acredito que me fez ser aprovada na PUC, foi realizar as provas antigas dessa universidade, pois o parâmetro de questões era parecido.

 Acredito que com o tempo de cursinho nós (vestibulandos) amadurecemos a maneira de estudar e nos conhecemos melhor, aprendemos que não devemos deixar a vida de lado, precisamos ter tempo para relaxar e fazer o que realmente gostamos. A vontade de desistir vinha praticamente todos os dias, mas sabia que a medicina era para mim. Hoje, no segundo período vejo que aquilo que eu achava perfeito e “dos sonhos” não é daquela forma. É, por outro lado, mais difícil de conquistar, porém mais maravilhosamente lindo.”

Como o Professor Wilson desenvolveu o projeto de Aprendizagem Significativa, LACIMAR.

O professor Wilson de Biologia relata a importância de projetos que incentivem a aquisição de conhecimento por meio de métodos que instiguem os alunos e os façam aprender sem sentirem que estão estudando.
lacimar2 “Entre o ano 2000 e 2003 coordenei o projeto LACIMAR que significa Laboratório de Ciências do Mar. Patrocinado pelo colégio Geração, o projeto LACIMAR sempre foi algo que sonhei como professor e considero a essência do que deveriam ser as propostas pedagógicas de todas as escolas, principalmente no ensino médio. Criei o LACIMAR com a participação de dois colegas recém graduados em Biologia: o Renato e o Marcos, com também, o professor Jaime Ferreira da UFSC, figura fundamental para a realização dos meus projetos acadêmicos e inspirador até os dias de hoje.  No LACIMAR montamos uma proposta que tinha como lacimar3referência interdisciplinar o tema ILHA DE SANTA CATARINA. A partir daí, desenvolvíamos atividades com a participação da maioria dos professores e todos os coordenadores. Os alunos elaboravam maquetes imitando o ecossistema manguezal, construíam cordas de cultivo de mariscos e ostras que ficavam expostas no LACIMAR, possuíamos 2 aquários marinhos com anêmonas, moluscos e estrelas do mar, entre outros animais para aulas de ciências e zoologia. Possuíamos uma coleção de conchas com nomes populares e científicos, realizávamos saídas à campo para estudar os sons dos golfinhos e fazer fotografias de identificação de baleias no sul do Estado. O projeto durou cerca de 3 anos (2000 a 2003), e o mais importante para mim de toda essa experiência só aconteceu depois de 8 anos, quando alunos do ensino fundamental que haviam participado do LACIMARLACIMAR entre 8 e 10 anos, foram meus alunos no Terceirão. Fiquei muito surpreso e feliz ao perceber que esses alunos ainda lembravam e relatavam com detalhes o que tinham aprendido e vivenciado anos atrás no LACIMAR. É isso que chamo de aprendizagem significativa, ensinamentos que permanecem em nossas mentes por muitos anos.” – Relata o professor que hoje da aulas para pré-vestibulares e faz com que suas aulas se tornem as mais interativas possíveis para facilitar o aprendizado de seus alunos.

Willian Junkes – Um depoimento de quem continua tentando.

Willian Junkes da Conceição de 19 anos, conta sua rotina e como usou o aplicativo do Studos para estudar.
“Minha rotina de estudos não foge muito do comum. Procuro me aprofundar em todos os assuntos cobrados pelos vestibulares justamente pra evitar situações chatas do tipo: “Não sabia do que se tratava aquela pergunta” e resolvo o máximo de exercícios sempre me preocupando em diversificar o estilo das questões. Além de frequentar oficinas de escrita, treino redação nos fins de semana e busco resolver semanalmente uma prova simulando ou vestibular. Além do cursinho normal também gosto de fazer cursos isolados paralelamente a fim de aprimorar mais ainda o meu conhecimento, afinal, um décimo perdido para um vestibulando pode significar mais um ano de estudos. O Studos é uma ferramenta magnífica para testar meus conhecimentos pois nele eu resolvo uma prova e no fim tenho uma relação da pontuação por assunto em cada matéria e do tempo que levei para responder cada questão. Assim fica mais fácil de verificar onde estão minhas falhas. Meu objetivo hoje é conquistar uma vaga no curso de Medicina de alguma Universidade pública do Sul, dentre elas a UFPR, UFRGS, UNIOESTE e, principalmente UFSC.” Diz Willian que já passou para os vestibulares de Engenharia Civil em sexto lugar geral no IFSC, Engenharia Elétrica em segundo lugar geral, também para o IFSC , Engenharia Mecânica para a UFPR, Fisioterapia na UDESC e Medicina nas faculdades UFRR, ACAFE  e FEPAR.