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A contribuição do Studos e da sua estratégia na minha trajetória de vestibulanda

Sempre fui muito crítica aos métodos vestibulares de inserção de candidatos nas universidades. O julgamento principal é que uma prova de vestibular não mede o conhecimento do aluno, e sim a sua sabedoria de prova. Desta forma, uma lista de aprovados não é, em hipótese alguma, um Ranking de quem sabe mais. Ela expressa, porém, uma ordem dos alunos que melhor se deram com a prova em questão. E é a partir dessa concepção que entra o Studos, seu imeeenso banco de provas e seus métodos profundos de análise de desenvolvimento do aluno. 

Quando o pré-vestibular em que eu estudei, o COC, avisou que haviam assinado um contrato com o site Studos, fui correndo dar uma olhada, a fim de saber do que exatamente se tratava. No mesmo acesso já resolvi algumas provas curtas, da Acafe e da Udesc.

No dia seguinte, o professor Erivaldo já veio conversar comigo sobre meu desempenho nessas provas, direcionando meus estudos com relação a alguns erros que cometi e elogiando tempo de resolução, estratégia de prova e outros itens, os quais só seriam possíveis de se analisar quando com o auxílio de um instrumento tão completo quanto esse aplicativo. Motivada por essa conversa rápida, logo me programei para repetir a dose – e lá estava eu, toda semana, fazendo provas e remapeando minha trajetória de estudos ( eStudos, haha) de acordo com as sugestões do site. Infelizmente, naquele ano eu não passei no vestibular.

Porém, no ano seguinte lá estava eu de novo.

Agora, além do site à nossa disposição, teríamos um simulado online por semana. Fui fazendo essas provas, em seguida imprimindo outras, sentindo-me cada vez mais preparada. Cresci muito em conhecimento, é claro, mas sobretudo em técnica de prova. Sabia a quantidade de tempo que deveria gastar em cada tipo de questão; como deveria resolver cada cálculo; diminuí o tempo de leitura aumentando a objetividade das análises e, assim, cheguei ao fim do ano, pronta para o que viesse. Para somar a essa caminhada constante, ainda veio um projeto do próprio cursinho, na reta final, o Super COC, que consistia na resolução de provas diárias, nos moldes UFSC. Assim, enquanto os outros cursinhos mandavam seus alunos abaixar a guarda e relaxar, resolvi muitas, muiitas provas; preenchi muitos, muiitos gabaritos e fiquei muito, muito confiante. Na última semana descansei tranquila, sabendo que eu não tinha dívidas com a minha consciência com relação àquele ano.
Passei.
Meu objetivo sempre foi a Universidade Federal de Santa Catarina, de forma que, mesmo aprovada em outras faculdades, nunca  ponderei assumi-las. Fui aprovada, então, nessa tão amada UFSC (duas vezes: uma pelo SISU e uma pelo Vestibular normal, de autoria da Coperve), muito bem colocada em ambos, e em outros vestibulares também.
Agora, já matriculada e encaminhada, digo com toda certeza: não passei num vestibular com índice candidatos/vaga igual a 234 por ser ultra inteligente, por saber mais do que os outros ou ser excepcional. Não. Vestibular não mede isso. Passei, entretanto, por ter me empenhado em conhecer a prova, praticá-la bastante e estar muito segura.
Certamente indico a todos essa estratégia, com base na minha experiência pessoal com ela!

Um abraço bem apertado e boa sorte nos seus eStudos de pré-vestibular!

Brunna Barreto Linhares da Silva, futura formanda UFSC, futura médica do SUS, ex-vestibulanda como todos vocês! 🙂
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